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SEGMENTOS INDUSTRIAIS

Alimentos e Bebidas

Engenharia, tecnologias de processo e integração de utilidades aplicadas às diferentes necessidades da indústria de alimentos e bebidas.

A Vácuo Técnica desenvolve soluções para processos envolvendo alimentos, bebidas, óleos, gorduras e ingredientes, considerando as condições operacionais, a capacidade produtiva e a infraestrutura de cada planta.

Indústria de alimentos e bebidas
A INDÚSTRIA DE ALIMENTOS E BEBIDAS

Processos que exigem controle, estabilidade e integração

A indústria de alimentos e bebidas reúne processos com matérias-primas, produtos e condições operacionais bastante diferentes.

Uma planta pode trabalhar com líquidos, sólidos, emulsões, óleos, gorduras, ingredientes concentrados ou produtos sensíveis ao calor, à umidade e à presença de oxigênio.

Essas variáveis não atuam isoladamente. Alterações em uma condição operacional podem influenciar a transferência de calor, a viscosidade, a evaporação, a estabilidade, o aroma, o sabor, a aparência e o rendimento do processo.

Por isso, projetos para esse segmento precisam considerar a relação entre o produto processado, os equipamentos, as utilidades e o sistema de controle da planta.

VARIÁVEIS DO PROCESSO

O desempenho industrial depende do controle integrado de diferentes condições operacionais.

Temperatura
Pressão
Nível de vácuo
Vazão
Concentração
Umidade
Tempo de residência
Agitação
Disponibilidade de vapor
Aquecimento e resfriamento
A ENGENHARIA APLICADA AO SEGMENTO

Compreender o produto antes de definir a solução

Na indústria alimentícia, a especificação de um sistema não deve começar apenas pelo equipamento. Primeiro, é necessário compreender o produto, as transformações esperadas e as condições reais da planta.

O QUE A ENGENHARIA PRECISA ANALISAR

Matéria-prima que será processada

Transformações necessárias ao processo

Limites térmicos e comportamento diante do calor

Sensibilidade à oxidação e à presença de oxigênio

Quantidade de água ou compostos voláteis a remover

Utilidades disponíveis na planta industrial

Capacidade produtiva e regime de operação

Instrumentação, controle e automação necessários

DA ANÁLISE À SOLUÇÃO
01
Produto

Características da matéria-prima, composição e sensibilidade.

02
Processo

Transformações, variáveis operacionais e desempenho esperado.

03
Utilidades

Vapor, aquecimento, resfriamento, condensação e vácuo.

04
Integração

Equipamentos, tubulações, instrumentação e automação.

A solução é definida a partir do comportamento do produto e das condições do processo, e não apenas pela seleção isolada de equipamentos.

OPERAÇÕES INDUSTRIAIS

Essa abordagem é especialmente importante em processos nos quais temperatura, pressão, tempo de residência e integração térmica interferem diretamente no produto.

Aquecimento Concentração Evaporação Secagem Liofilização Mistura Clarificação Desacidificação Desodorização Refino de óleos e gorduras

Mais do que selecionar componentes, a engenharia precisa analisar como cada parte do sistema interfere no produto, no desempenho do processo e na estabilidade da produção.

PROCESSOS E UTILIDADES

A operação industrial depende do equilíbrio entre processo e infraestrutura

Vapor, aquecimento, resfriamento, condensação e vácuo são utilidades que influenciam diretamente o comportamento dos processos alimentícios.

O fornecimento insuficiente ou instável de energia térmica pode afetar tempos de produção, capacidade, viscosidade, evaporação e qualidade do produto.

Da mesma forma, um sistema de vácuo inadequado pode impedir que o processo alcance a pressão necessária, elevar a temperatura de operação ou comprometer a remoção de umidade e compostos voláteis.

Por isso, a engenharia deve analisar simultaneamente o processo, os equipamentos, as utilidades e o sistema de controle da planta.

Processo

  • Características da matéria-prima
  • Capacidade produtiva
  • Temperatura de operação
  • Pressão
  • Concentração
  • Tempo de processo
  • Qualidade final esperada

Equipamentos

  • Vasos e reatores
  • Evaporadores
  • Trocadores de calor
  • Condensadores
  • Misturadores
  • Sistemas de secagem
  • Equipamentos de refino
  • Sistemas de bombeamento

Utilidades

  • Vapor
  • Fluido térmico
  • Água de resfriamento
  • Energia elétrica
  • Ar comprimido
  • Vácuo
  • Condensação

Controle

  • Instrumentação
  • Automação
  • Intertravamentos
  • Monitoramento de variáveis
  • Segurança operacional
INTEGRAÇÃO DA PLANTA
Processo
Equipamentos
Utilidades
Controle
Operação estável
EIXO TÉCNICO DO SEGMENTO

Da matéria-prima à qualidade final

A qualidade final do produto é consequência de uma sequência integrada de decisões técnicas, que começa nas características da matéria-prima e se estende ao processamento, às utilidades e ao controle da operação.

FLUXO PRINCIPAL
01 Matéria-prima
02 Processamento
03 Controle térmico
04 Vácuo e separação
05 Controle operacional
06 Qualidade do produto
01

Matéria-prima

Cada produto apresenta propriedades físicas, químicas e sensoriais próprias, que devem ser consideradas desde o início da engenharia.

02

Processamento

A matéria-prima pode passar por aquecimento, mistura, concentração, secagem, purificação ou refino, de acordo com o resultado desejado.

03

Controle térmico

A temperatura e o tempo de exposição devem ser compatíveis com o comportamento do produto e com as transformações previstas no processo.

04

Vácuo e separação

A redução de pressão pode auxiliar na evaporação, na secagem e na remoção de umidade ou de compostos indesejados.

05

Controle operacional

Instrumentação e automação ajudam a manter as variáveis dentro das condições estabelecidas pela engenharia e a reduzir oscilações na operação.

06

Qualidade do produto

O resultado depende da estabilidade do processo, das utilidades disponíveis e da integração entre os diferentes sistemas da planta.

A qualidade final não depende de uma única etapa. Ela é construída ao longo de toda a cadeia de processo, a partir da integração entre produto, equipamentos, energia térmica, vácuo, instrumentação e controle.

ÓLEOS E GORDURAS ALIMENTÍCIAS

Uma das experiências mais consistentes dentro do segmento

O processamento de óleos vegetais e gorduras representa uma das frentes mais documentadas da experiência da Vácuo Técnica relacionada à indústria alimentícia.

As matérias-primas podem conter acidez, umidade, pigmentos, odores, compostos voláteis e outras substâncias que precisam ser removidas ou reduzidas para a obtenção das características desejadas.

A definição do processo depende da origem da matéria-prima, de suas condições iniciais, das especificações do produto final e da configuração disponível na planta industrial.

Experiência documentada

Os materiais técnicos da Vácuo Técnica registram aplicações envolvendo tratamento, refino, desacidificação, desodorização, condensação e recuperação.

ETAPAS QUE PODEM INTEGRAR O PROCESSO

Dependendo da matéria-prima e da configuração da planta, o processamento pode reunir diferentes operações integradas.

  • Pré-tratamento
  • Secagem
  • Clarificação
  • Filtração
  • Desacidificação
  • Desodorização
  • Condensação
  • Recuperação
  • Resfriamento
DESODORIZAÇÃO

Temperatura, vapor e alto vácuo atuando de forma integrada

Na desodorização, a combinação entre temperatura, vapor e alto vácuo permite a remoção de compostos relacionados ao odor, ao sabor e à acidez do óleo.

1 a 5 Torr Faixa de pressão documentada
Até 280 °C Temperatura conforme a aplicação

As condições operacionais variam conforme a matéria-prima, o produto desejado e a configuração industrial.

FLUXO TÉCNICO
Óleo ou gordura bruta
Pré-tratamento
Clarificação
Desacidificação
Desodorização
Produto refinado
VÁCUO, EVAPORAÇÃO E PRESERVAÇÃO DO PRODUTO

Processar com menor pressão pode alterar as condições térmicas da operação

A utilização de vácuo pode permitir que determinados processos ocorram em temperaturas inferiores às exigidas em pressão atmosférica.

Essa condição pode ser relevante para produtos ou ingredientes sensíveis ao calor, especialmente em operações de:

  • Evaporação
  • Concentração
  • Secagem
  • Desodorização
  • Remoção de umidade
  • Retirada de componentes voláteis
  • Liofilização
INTEGRAÇÃO DO PROCESSO
Saída do processo Gases e vapores
Controle de pressão Sistema de vácuo
Entrada Produto
Equipamento de processo Evaporação ou concentração
Separação térmica Condensação
Infraestrutura de apoio Resfriamento e utilidades

O desempenho do sistema depende da integração entre o equipamento de processo, o sistema de vácuo, a condensação, o resfriamento e as utilidades disponíveis na planta.

Sistema industrial de vácuo, evaporação e condensação aplicado à indústria de alimentos e bebidas

O sistema de vácuo não deve ser analisado isoladamente

Sua capacidade está relacionada à carga de gases e vapores, à temperatura de condensação, às condições do produto e ao desempenho dos equipamentos conectados.

Na indústria alimentícia, essa integração pode contribuir para maior controle das condições térmicas e melhor previsibilidade do processo, sem que isso represente garantia automática de qualidade ou desempenho para todas as aplicações.

SISTEMAS TÉRMICOS E GERAÇÃO DE VAPOR

Energia térmica compatível com as necessidades da produção

Os processos industriais de alimentos e bebidas frequentemente exigem energia térmica para aquecimento, concentração, fusão, secagem ou manutenção de temperatura.

DEFINIÇÃO DA UTILIDADE TÉRMICA

A escolha entre vapor, água quente e fluido térmico depende das condições do processo, das características do produto e da infraestrutura disponível na unidade industrial.

  • Temperatura necessária
  • Pressão disponível
  • Distância entre geração e consumo
  • Perfil de demanda
  • Estabilidade requerida
  • Características do produto
  • Segurança operacional
  • Eficiência da transferência de calor
EXPERIÊNCIA DOCUMENTADA

Geração de vapor e sistemas térmicos aplicados à indústria alimentícia

A experiência documentada da Vácuo Técnica inclui o fornecimento de caldeiras geradoras de vapor e sistemas térmicos para a Cacau Show.

Também existem registros de assistência técnica em sistemas térmicos de alta temperatura relacionados à produção de gorduras alimentícias.

FLUXO TÉRMICO
Geração de energia
Distribuição da utilidade
Transferência de calor
Controle da temperatura
Estabilidade do processo

O sistema térmico deve ser dimensionado em conjunto com os equipamentos consumidores, evitando a separação entre a engenharia do processo e a engenharia das utilidades.

ENGENHARIA INTEGRADA

Do estudo do processo à entrada em operação

Conforme a complexidade e o escopo do projeto, a atuação pode integrar diferentes disciplinas de engenharia.

DESENVOLVIMENTO INTEGRADO DO PROJETO

As diferentes competências podem ser conectadas conforme as necessidades técnicas, operacionais e construtivas de cada aplicação.

01
ESTUDO E DEFINIÇÃO

Engenharia de Processos

Definição de premissas, balanços, condições operacionais, capacidade e requisitos dos equipamentos.

02
DESENVOLVIMENTO TÉCNICO

Engenharia de Detalhamento

Desenvolvimento de layouts, tubulações, interfaces, documentos construtivos e especificações técnicas.

03
PROJETO E FABRICAÇÃO

Equipamentos e sistemas

Projeto e fabricação de equipamentos relacionados a vácuo, aquecimento, evaporação, refino e utilidades.

04
INSTRUMENTAÇÃO E CONTROLE

Automação Industrial

Controle de temperatura, pressão, vazão, nível, vácuo e demais variáveis necessárias à operação.

05
INTEGRAÇÃO DA PLANTA

Plantas TurnKey

Integração de engenharia, equipamentos, utilidades, fabricação, montagem e preparação operacional.

06
ENTRADA EM OPERAÇÃO

Comissionamento e Startup

Verificação da instalação, testes, partida, ajustes e acompanhamento inicial da operação.

RESULTADO DA INTEGRAÇÃO Processo industrial preparado para entrar em operação

A combinação dessas competências permite tratar o sistema como parte de um processo industrial completo, e não apenas como um conjunto de equipamentos independentes.

BENEFÍCIOS PARA A OPERAÇÃO INDUSTRIAL

Mais coerência entre processo, equipamentos e utilidades

Quando a engenharia considera conjuntamente o produto, as condições de processo e a infraestrutura da planta, é possível desenvolver sistemas mais coerentes com a realidade da operação.

VISÃO INTEGRADA DA OPERAÇÃO

Decisões técnicas alinhadas às condições reais da planta

A análise conjunta das variáveis de processo, da capacidade produtiva, dos equipamentos e das utilidades contribui para reduzir incompatibilidades durante o desenvolvimento e a entrada em operação do sistema.

01 Produto
+
02 Processo
+
03 Infraestrutura
01

Melhor controle das condições térmicas.

02

Compatibilidade entre capacidade produtiva e utilidades.

03

Integração entre aquecimento, vapor, vácuo e condensação.

04

Maior estabilidade das variáveis operacionais.

05

Menor exposição térmica em aplicações compatíveis.

06

Melhor controle da remoção de água e voláteis.

07

Redução de incompatibilidades entre equipamentos.

08

Maior previsibilidade durante a partida.

09

Facilidade de acompanhamento das condições de processo.

10

Desenvolvimento de soluções específicas para cada matéria-prima.

CONDIÇÕES DE APLICAÇÃO

Os resultados dependem das características de cada projeto

Esses benefícios dependem do correto dimensionamento, da configuração da planta e das condições reais de operação.

A página não deve prometer ganhos quantitativos que não estejam vinculados a projetos e resultados formalmente documentados.

CONEXÃO COM AS SOLUÇÕES DA VÁCUO TÉCNICA

Tecnologias que podem compor o projeto

As necessidades da indústria de alimentos e bebidas podem envolver diferentes soluções já apresentadas no site.

OBSERVAÇÃO TÉCNICA

A associação entre essas soluções e aplicações específicas depende das características do processo e das evidências técnicas disponíveis. Resultados específicos somente devem ser apresentados quando houver documentação que os comprove.

PERGUNTAS FREQUENTES

Dúvidas sobre a atuação da Vácuo Técnica no segmento

Confira as principais informações sobre engenharia, equipamentos, utilidades e aplicações industriais para o setor de alimentos e bebidas.

01 Como a Vácuo Técnica atua na indústria de alimentos e bebidas?

A atuação está relacionada à engenharia de processos, sistemas de vácuo, aquecimento, geração de vapor, evaporação, liofilização, refino de óleos e gorduras e integração de utilidades industriais. O escopo é definido conforme o produto, a capacidade e as condições da planta.

02 A Vácuo Técnica atende todos os processos da indústria alimentícia?

Não necessariamente. A empresa atua nas frentes relacionadas às suas competências de engenharia e tecnologias industriais. Cada aplicação deve ser analisada tecnicamente antes da definição do escopo.

03 Onde o vácuo pode ser utilizado na indústria de alimentos?

O vácuo pode participar de processos de evaporação, concentração, secagem, liofilização, desodorização, remoção de umidade e retirada de compostos voláteis.

04 A empresa desenvolve sistemas de geração de vapor?

Sim. A experiência documentada inclui o fornecimento de caldeiras e sistemas térmicos para aplicações industriais, incluindo fornecimento para a Cacau Show.

05 A Vácuo Técnica possui tecnologia para liofilização?

A empresa possui registro BNDES FINAME para unidades de liofilização de alimentos. Os produtos e setores específicos atendidos por essas unidades devem ser confirmados antes da divulgação de cases.

06 A empresa atua no processamento de óleos alimentícios?

Sim. A experiência documentada inclui processos de clarificação, desacidificação, desodorização e refino físico de óleos vegetais e gorduras destinadas a aplicações alimentícias.

07 A Vácuo Técnica pode integrar equipamentos e utilidades?

Sim. Conforme o projeto, a engenharia pode integrar equipamentos de processo, sistemas térmicos, vácuo, condensação, tubulações, instrumentação e automação.

08 É possível desenvolver uma planta TurnKey para o segmento?

Dependendo do escopo, a atuação pode integrar engenharia, fabricação, automação, montagem, comissionamento e startup. A viabilidade e os limites do fornecimento são definidos durante a avaliação técnica.

09 A empresa também atua em plantas existentes?

A atuação pode incluir modernização, ampliação, substituição de equipamentos, assistência técnica e avaliação de sistemas existentes, conforme as condições da planta.

10 Como iniciar a avaliação de um projeto?

O primeiro passo é apresentar informações como produto processado, capacidade, condições operacionais, utilidades disponíveis e objetivo do projeto. A equipe de engenharia poderá avaliar a aplicação e definir os próximos estudos necessários.

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A Vácuo Técnica desenvolve soluções considerando o produto, as condições operacionais e a integração entre equipamentos, vácuo, sistemas térmicos e utilidades industriais.

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